BEM-VINDO AO BLOG DE ELIANA BELO
Arquivo virtual de História, Memória e Patrimônio de Indaiatuba (SP) e região.*

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quinta-feira, 30 de agosto de 2018

28 DOCUMENTÁRIOS PARA DEBATER RACISMO


Resultado de imagem para racismo





3) The Colour of Money - A História do Racismo e do Escravismo
https://www.youtube.com/watch?v=0NQz2mbaAnc
7) Racismo Camuflado no Brasil
https://www.youtube.com/watch?v=zJVPM18bjFY
13)A realidade de trabalhadoras domésticas negras e indígenas
https://www.youtube.com/watch?v=s4UsjpFg2Vg
15) Open Arms, Closed Doors
https://www.youtube.com/watch?v=uXqpOFBXjBs
16) The Brazilian carnival queen deemed 'too black'- A Globeleza que era negra demais
https://www.youtube.com/watch?v=3yp4Fg_eT_c
17) Boa Esperança - minidoc
https://www.youtube.com/watch?v=3NuVBNeQw0I
18) Você faz a diferença
https://vimeo.com/27014017#at=70
20) Quilombo São José da Serra
https://www.youtube.com/watch?v=f0asl1-SpP4
23) Pele Negra, Máscara Branca
https://www.youtube.com/watch?v=sQEwu_TJi0s
24) Introdução ao pensamento de Frantz Fanon
https://www.youtube.com/watch?v=mVFWJPXscm0
28) História da Resistência Negra no Brasil
https://www.youtube.com/watch?v=68AApIpKuKc

Crédito: https://www.facebook.com/iamadjunior/

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Fundação Pró-Memória promove quatro oficinas gratuitas do projeto “Escola do Patrimônio”

A Prefeitura de Indaiatuba, por meio da Fundação Pró-Memória, promove quatro oficinas gratuitas. Os cursos fazem parte da parceria da Fundação com o Departamento de História da Unicamp com o projeto de extensão “Escola do Patrimônio”. 
Esta é a quinta edição do projeto, que reunirá especialistas, profissionais e demais interessados no patrimônio histórico cultural para dialogarem, aprenderem e discutirem acerca do universo dos museus. Os interessados devem fazer a inscrição no link: https://goo.gl/forms/wMmglUpiCNE9rQjE3.
Os cursos buscam temas referentes a organização dos “lugares de memória”, que são os Museus, seus acervos, arquitetura e políticas públicas de preservação e gestão patrimonial. 
Dentro dessa proposta, este ano, a Escola do Patrimônio, propõe debates e reflexão sobre o papel dos museus regionais, sua importância para a história e memória da comunidade em que está inserido, atentando-se para as semelhanças e, também, diferenças existentes entre instituições das cidades paulistas como Indaiatuba, Campinas, Sorocaba e Itu.
A novidade é que as oficinas serão oferecidas nas cidades de Indaiatuba, Campinas, Sorocaba e Itu, com participação de profissionais que atuam diretamente com os museus locais. A Fundação disponibilizará transporte para levar os alunos para as vistas técnicas de tais museus.
Os organismos internacionais, como a Unesco, salienta a importância das ações dos lugares de memória em conjunto, estabelecendo redes de cooperação entre as diversas instituições. 
Nesse sentido o objetivo final da proposta é estabelecer uma rede de Museus da Região para concretizar tal proposta capitaneada pela Fundação Pró-Memória de Indaiatuba.

Sobre as Oficinas:

Oficina 1: Os Museus de Arte Sacra: história, arte e religiosidade na construção do conhecimento multidisciplinar
Professor: Dr. João Paulo Berto (Historiador com ênfase em Patrimônio Cultural (IFCH/UNICAMP), Especialista em História e Humanidades (DH/UEM) Doutor em História da Arte (IFCH/UNICAMP))
Data: 25 de agosto de 2018
Horário: 9h às 13h - 14h às 16h
Local: Museu Arquidiocesano de Arte Sacra de Campinas - Campinas
Ementa: A oficina pretende abordar a construção e a importância dos Museus de Arte Sacra na salvaguarda dos legados materiais católicos, bem como o papel desempenhado por eles na preservação da história, da memória e das identidades comunitárias. De forma didática, organiza-se o tema em três momentos. No primeiro, será proposta uma incursão sobre a constituição histórica desta tipologia museológica desde a Idade Média à contemporaneidade, na Europa e no Brasil. Acrescenta-se ao estudo as normativas da Igreja Católica sobre a temática, bem como ações públicas e privadas de relevância. Na segunda parte, será realizado um estudo acerca do papel desempenhado por estas instituições na atualidade, analisando-se a formação e as especificidades das coleções e seus alcances conceituais e metodológicos. Por fim, como estudo de caso, propõe-se uma incursão sobre a formação e a atual configuração do Museu Arquidiocesano de Arte Sacra de Campinas, tomando-o como base para exercícios em grupo.
Oficina 2: Museus históricos – Museu Republicano de Itu e a arquitetura da Cidade
Professores: Dr. Francisco Dias de Andrade (Doutorado em História da Arte – UNICAMP) e Aline Antunes Zannata (Doutoranda em Educação – FE/UNICAMP, Mestre em História Cultural – IFCH/UNICAMP, Educadora do Serviço Educativo do Museu Republicano de Itu/USP)
Data: 22 de setembro de 2018
Horário: 9h às 13h - 14h às 16h
Local: Museu Republicano de Itu - Itu
Ementa:
Museu de história: Educação não-formal e Novas Narrativas (Manhã)
Aline Antunes Zanatta
Doutoranda em Educação – FE/UNICAMP, Mestre em História Cultural – IFCH/UNICAMP - Serviço Educativo do Museu Republicano de Itu/USP
O intuito desta oficina consiste em estudar algumas propostas de educação não-formal desenvolvidas pelo Serviço Educativo do Museu Republicano “Convenção de Itu”, extensão do Museu Paulista da Universidade de São Paulo. Portanto, pretendemos refletir sobre como ações de educação não-formal em museus podem trazer à lume outras memórias não monumentalizadas, a partir de pesquisas em História Oral e dos processos curatoriais que levem em consideração os interesses e narrativas dos diversos sujeitos históricos na contemporaneidade.
A arquitetura urbana de Itu, principal vila paulista dos séculos XVIII e XIX (Tarde)
Francisco Dias de Andrade
Doutorado em História da Arte – UNICAMP
A oficina procurará apresentar um panorama da evolução urbanística da vila de Itu nos séculos XVII, XVIII e XIX, relacionando seu desenvolvimento ao surgimento de um padrão arquitetônico singular no contexto da capitania e província de São Paulo. A oficina oferecerá algumas balizas conceituais e historiográficas úteis ao entendimento das questões relacionadas:
- urbs e civitas no Brasil colonial;
- o conceito de decoro na história da arquitetura e do urbanismo;
- A importância das obras públicas na hierarquia urbana tradicional.
Além disso, a oficina buscará fomentar a criação de um repertório tipológico e estilístico da arquitetura do período abordado utilizando-se de exemplares localizados na atual cidade de Itu e suas antigas paróquias filiadas.
Oficina 3: Museu Quinzinho de Barros: arquitetura, história e memória
Professores: Dr. Carlos Gustavo Nóbrega de Jesus (Pós-doutorado em História Cultural – UNICAMP)
Data: 27 de outubro de 2018
Horário: 9h às 13h - 14h às 16h
Local: Museu Quinzinho de Barros - Sorocaba
Ementa: Museu Quinzinho de Barros: arquitetura, história e memória
O Museu Histórico Sorocabano se instalou definitivamente no Casarão que fica dentro do parque Zoológico Municipal “Quinzinho de Barros”, que foi construído pelos escravos de João de Almeida Pedroso em 1.771. Seu neto João de Almeida Prado, pouco antes de 1.842, vendeu as terras ao Coronel Rafael Tobias de Aguiar, o futuro Brigadeiro Tobias, que, por sua vez, doou para o senhor Francisco Xavier Paes de Barros, o Capitão Chico, quando se tornaram cunhados. Por seguir a regularidade arquitetônica formal, marcada por planta retangular, paredes de taipa de pilão, telhado de quatro águas, cobertura com telhas de canal. alpendre, capela e quarto de hóspedes, tal edificação foi elencada por Luis Saia como um dos exemplares da Casa Bandeirista no simbólico estudo “Notas sobre a arquitetura rural paulista do segundo século”, de 1944. O intuito de tal curso é relacionar tal relevância histórica e arquitetônica do Casarão com a concretização do local como o principal espaço museológico da cidade de Sorocaba.
Oficina 4: Patrimônio Cultural e museus de Indaiatuba
Professores: Ana Carolina Vigorito (Mestranda em História da Arte – IFCH/UNICAMP)
Data: 24 de novembro de 2018
Horário: 9h às 13h - 14h às 16h
Local: Tulha – Museu Municipal Casarão Pau Preto
Ementa: A oficina tratará dos conceitos básicos relativos ao Museus, Museologia, Patrimônio Cultural, da legislação de proteção e das formas de atuação na área, na esfera federal, estadual e/ou municipal. Traçará os princípios para o reconhecimento do bem edificado, por meio do estudo da história do Museu Municipal Casarão Pau Preto.
Museus de Indaiatuba
1. Museus: conceitos, história, tipologias, relação com a comunidade e política museológica;
2. Procedimentos técnicos (básicos) de museologia: expografia, preservação de acervos, documentação museológica, sistemas de segurança, pesquisa;
3. Agentes de comunidade: Sociedades de Amigos, Consultivo e Voluntariado;
4. Prática: visita aos museus: Museu da Água e Museu Ferroviário de Indaiatuba 

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Curso sobre ARTE SACRA - 25 DE AGOSTO




A Fundação Pró-Memória de Indaiatuba está comemorando o quinto ano seguido de parceria com o Departamento de História da Unicamp por meio do projeto de extensão “Escola do Patrimônio”. E nesta quinta edição, reunirá especialistas, profissionais e demais interessados no patrimônio histórico cultural para dialogarem, aprenderem e discutirem acerca do universo dos museus. Nesse sentido, os cursos buscam temas referentes a organização desses “lugares de memória” relacionados a seus acervos, arquitetura, políticas públicas de preservação e gestão patrimonial. Por isso, dentro dessa proposta, esse ano a Escola do Patrimônio irá propor debates e a reflexão sobre o papel dos museus regionais, sua importância para a história e memória da comunidade em que está inserido, atentando-se para as semelhanças e, também, as diferenças existentes entre instituições das cidades paulistas como Indaiatuba, Campinas, Sorocaba e Itu. 

A primeira oficina que será oferecida no dia 25 de agosto: "Os Museus de Arte Sacra: história, arte e religiosidade na construção do conhecimento multidisciplinar", no Museu de Arte Sacra de Campinas, será ministrada pelo Dr. João Paulo Berto (Historiador com ênfase em Patrimônio Cultural (IFCH/UNICAMP), Especialista em História e Humanidades (DH/UEM) Doutor em História da Arte (IFCH/UNICAMP). 

Para realizar a inscrição, basta clicar no link abaixo e preencher o formulário: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeyLos1tiGkWR4z0hIrke-1Fdty1sQmnIsDp4FKVqHcVBruAA/viewform

Data: 25 de agosto de 2018
Horário: 9h às 13h - 14h às 16h
Local: Museu Arquidiocesano de Arte Sacra de Campinas - Campinas




Quaisquer dúvida, entre em contato!
Telefone: (19)3875-8383




sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Maria Maçako Takahara Imanishi recebe comenda Kasatu Maru

Maria Maçako Takahara Imanishi, de uma das famílias japonesas mais conhecidas em Indaiatuba, a família Takahara foi escolhida para receber, no próximo dia 24 (24/08/2018) a Comenda Kasato Maru em comemoração aos 110 anos da imigração japonesa no Brasil em cerimônia de outorga que homenageará 110 pessoas que se dedicaram efetivamente para o engrandecimento da comunidade japonesa no Brasil.

Maria Maçako é uma dos filhos de Miyoji Takahara, que entre outros feitos, foi uma pessoa determinante para a instalação da primeira escola com ginásio (atual Ensino Fundamental II) em nossa cidade: a querida escola Dom José de Camargo Barros. (leia mais sobre ele aqui) e por este e outros feitos, inclusive na Acenbi, foi homenageado com seu nome no Centro Educacional Miyoji Takahara.

"Dona Maria" atualmente faz parte do Conselho Consultivo da Fundação Pró-Memória de Indaiatuba e atuou em várias entidades filantrópicas, inclusive na Associação de Pais e Mestres do Dom José.


Maria Maçako Takahara Imanishi
Crédito: Acenbi

Reconhecimento na Câmara Municipal

Em reconhecimento à comenda recebida, o vereador Alexandre Peres defendeu uma Moção de Congratulações para à homenageada na Sessão do Plenário, dia 13 de agosto.




A Comenda

No próximo dia 24 de agosto, a Comissão para Comemoração dos 110 Anos da Imigração Japonesa no Brasil, por meio da Sub-Comissão de Homenagem, realizará a cerimônia de outorga da Comenda Kasato Maru para 110 homenageados.
A finalidade da Comenda foi a de prestar reconhecimento a pessoas físicas e jurídicas que contribuíram para o desenvolvimento da comunidade nipo-brasileira como também para o crescimento das relações Brasil-Japão.
Assim, as entidades nipo-brasileiras de todo o país foram convidadas a indicar nomes, incluindo pessoas falecidas para a homenagem in memoriam. Além do nome e dados completos, foi solicitado que elas apresentassem a justificativa da indicação.
O regulamento distribuído às entidades e posteriormente aplicado pela comissão de seleção determinava que os homenageados deveriam ter idade acima de 70 anos a completar até 31 de dezembro próximo; e que tivessem atuado por pelos menos 20 anos junto à comunidade nikkei ou ao intercâmbio Brasil-Japão.
Ao mesmo tempo, não seriam aceitas pessoas condecoradas pelo governo japonês e/ou homenageadas anteriormente com a Comenda Kasato Maru (que foi instituída em 2008).
Determinou-se ainda que políticos e religiosos na ativa estariam excluídos, bem como os membros da Comissão Executiva da Sub-Comissão de Homenagem. No transcorrer das reuniões, este último item foi modificado atendendo ao pedido de várias entidades que consideravam esses representantes merecedores da homenagem.
Tomio Katsuragawa, presidente da Sub-Comissão informa que ao todo foram recebidos 187 indicações, fato que “exigiu um tempo extra para ler e reler as justificativas apresentadas pelas entidades indicadoras até se chegar aos 110 nomes anteriormente estabelecidos”.
Sua expectativa para a cerimônia de outorga marcada para o próximo dia 24 de agosto é que ela alcance o mesmo sucesso da solenidade oficial realizada no último dia 21 de julho, tanto em presença dos homenageados, como de público, “para prestar a devida reverência às pessoas e instituições que se dedicaram efetivamente para o engrandecimento de nossa comunidade e para o intercâmbio Brasil-Japão”.

Homenageados com a Comenda Kasato Maru
1 Ademar Iwao Mizumoto
2 Akihisa Kitagawa
3 Américo Utumi
4 Angela Tamiko Sato Tahara
5 Anna Maria C. Mantegazza
6 Arata Assami
7 Atsushi Yoshii
8 Chochi Miyagui
9 Deodato Guimarães Santos
10 Eiki Kurokawa
11 Eisuke Ogawa
12 Fumiko Nishio
13 Hanji Maki
14 Haruko Tatebe
15 Hideo Nasuno
16 Hideyo Kato
17 Hiromasa Nakahara
18 Hiroshi Shimuta
19 Ikuko Onodera
20 Isaac Yasuo Miyaoka
21 Jorge Kinoshita
22 Jorge Otsuka
23 Katsuhiko Toda
24 Kazuko S. Miyasaka
25 Keizo Uehara
26 Kenji Ono
27 Kenjiro Ikoma
28 Kiyomi Ohta de Oliveira
29 Kiyoshi Harada
30 Kiyoshi Shimazaki
31 Kiyotoshi Shirahama
32 Kohdo Tanaka
33 Lázaro de Mello Brandão
34 Luiz Nagao
35 Lumi Toyoda
36 Maçako Takahara Imanishi
37 Makoto Shirahata
38 Mario Kiyotaka Ikeda
39 Masato Ninomiya
40 Meiko Shimon
41 Michiharu Sogabe
42 Mieko Ukezeki Konishi
43 Mihoko Ikeda
44 Mitiko Okazaki Kehdy
45 Miyoko Matsubara
46 Naoyoshi Chinen
47 Nobuko Umeda Nomura
48 Noriyoshi Yamaguti
49 Osamu Yamashita
50 Oswaldo Kazumi Takata
51 Paulo Hirai
52 Renato Ishikawa
53 Renato Kenji Nakaya
54 Roberto Rodrigues
55 Sadao Kayano
56 Satoru Sassaki
57 Satoshi Hashimoto
58 Satoshi Saito
59 Shigeru Miyagi
60 Shiro Matsuda
61 Shoji Korin
62 Shuko Iha
63 Tadayoshi Ono
64 Tadayoshi Hanada
65 Takako Kawasaki
66 Takashi Kakihara
67 Takeo Uehara
68 Teruo Masuda
69 Tokuko Kawamura
70 Tomoko Takeda
71 Toshio Koketsu
72 Umezaki Yoshiaki
73 Yasuhiro Aida
74 Yasuji Baba
75 Yasuo Shimabukuro
76 Yoshiaki Kishikawa
77 Yoshiji Wada
78 Yudo Yassunaga

Homenageados in memoriam
79 Buichi Sasaki
80 Hiromi Tani
81 Issei Matsumoto
82 José Terumaro Oshiai
83 Kanematsu Munemassa
84 Kenji Arikawa
85 Kiyoji Nakayama
86 Kiyoshi Minami
87 Minor Harada
88 Mitsugu Iwafune
89 Teruhiko Sakura


Homenageados Pessoa Jurídica
90 Agro Comercial Hiragami Ltda.
91 Associação AOTS do Brasil
92 Associação Botucatuense de Cultura Japonesa
93 Associação Brasileira de Ryukyu Buyô (Brasil Ryukyu Buyô Kyokai)
94 Associação Centro Cultural Esportiva de Mogi das Cruzes
95 Associação Cultural e Agrícola Kiyowa
96 Associação Cultural e Esportiva de Vargem Grande Paulista
97 Associação Cultural Esportiva Nikkey de Bastos - ACENBA
98 Associação Cultural Nipo-Brasileira de Penápolis
99 Associação Cultural Nipo-Brasileira de Registro
100 Associação Cultural Nippo Brasileira de Salvador - ANISA
101 Associação de Ikebana do Brasil
102 Associação de Ikebana Kado Ikenobo Tatibana da América Latina
103 Associação Educacional Brasília de São Paulo
104 Associação Okinawa de Vila Carrão
105 Coopercotia Atlético Clube
106 Exatus Colégio e Vestibulares
107 Federação das Associações Culturais Nipo-Brasileiras da Noroeste
108 Fundação Katsuzo Yamamoto
109 Fundação Shunji Nishimura de Tecnologia
110 Rikkokai do Brasil


segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Rua Geraldo Moro

Geraldo Moro nasceu em Indaiatuba no dia 15 de maio de 1933 e aqui residiu até seu óbito em 24 de fevereiro de 2012.

Filho de Jorge Moro (nascido em 12/07/1899) e de Thereza Previtalli Moro (nascida em 07/12/1906).

 Avós paternos: 
•  Pietro Moro (nascimento 07/06/1869, na região de Friuli-Venezia Giulia, Província de Udine, comune de Pasiano di Pordenone, Italia) 
•  Elisa Verdin  (nascimento 1876, na Região de Veneto, Comune de Verona, Itália).

Avós maternos: 
•  Fermo Previtalli (nascimento 26/06/1865, Província de Bergamo, Itália).
•  Maria Ricci (nascimento 30/09/1879, na Região de Marche, Comune de Ancona ,Itália) .

Irmãos: Ângelo Moro, Roberto Moro, Virgínio Moro, Gildo Moro, José Moro e Maria Helena Moro.

Em 19 de dezembro de 1959 casou-se com Tereza Bergamini Moro, com quem teve o filho Evandro Luis Moro.

Cursou o primário no Grupo Escolar Randolfo Moreira Fernandes (de 1ª até quarta série entre 1940 e 1943) e em seguida estudou no SENAI em Itu, onde fez o curso de Mecânica Industrial na década de 1970.

Trabalhou no Cotonifício Indaiatuba Ltda., no período de 23/01 de 1948 até 30/11 de 1976, tendo ingressado com 14 anos como Aprendiz e saindo quando a empresa fechou como Mecânico de Manutenção.

Em seguida trabalhou no Lanifício Amparo, localizado em Indaiatuba, no período de 1977 até 1997 como Mecânico de Manutenção, onde saiu quando aposentou-se, em 1981.

Participou de atividades culturais em Indaiatuba, cantando músicas sertanejas em dupla. Os parceiros "Valdomiro e Geraldinho" apresentaram-se em várias festas, sítios e fazendas da região entre 1955 e 1960.

Seu filho registra que "ele foi um cidadão exemplar, dedicado à família e ao trabalho, colaborando com o desenvolvimento de Indaiatuba".


Mapa de R. Geraldo Moro - Jardim Res. Maria Dulce, Indaiatuba - SP


R. Geraldo Moro - Jardim Residencial Maria Dulce
Indaiatuba - SP






Crédito da biografia: texto do Gabinete do vereador Luiz Alberto Pereira - Cebolinha, na ocasião em que apresentou  Projeto de Lei que atribuiu o nome de Geraldo Moro à até Rua 2 (dois) do loteamento "Jardim Residencial Maria Dulce".

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Rua Thereza Previtalli Moro

Thereza  Previtalli nasceu na Fazenda Bonfim em Campinas em 7 de dezembro de 1906 e residiu em Indaiatuba em 1926, quando se casou com Jorge Moro, até 29 de agosto de 1994, quando faleceu.

Filha de Fermo Previtalli, que nasceu na Província de Bérgamo na Itália em 26/06/1865 e de Maria Ricci, que nasceu na Região de Marche, Comune Ancona, também na Itália em 30/09/1879.

  • Avós paternos: Angelo Previtalli e Lucia Gaverini.
  • Avós maternos: Luigi Ricci e Thereza Fileppe (ou Filipone)

Irmãos:
  • Angelina Previtalli, casada com Carlos Gianotto
  • Carmela Previtalli, casada com Guilherme Porcari
  • Assumpta Previtalli, casada com Antonio Lamana
  • Bernardo Previtalli
  • Angelo Previtalli, casado com Maria Ifanger
  • Regina Previtalli, casada com Diego Rando
  • Helena Previtalli, casada com João Calderelli

Filhos:

  • Ângelo Moro
  • Roberto Moro
  • Geraldo Moro
  • Virginio Moro
  • Gildo Moro
  • José Moro
  • Maria Helena Moro

Thereza foi uma camponesa que trabalhou em lavouras de café.

Entre 1953 e 1957, exerceu  a função de trabalhadora rual no Sitio Recreio, em Indaiatuba, de propriedade de Palmiro Berti e entre 1958 até 1964, no Sitio Santa Isabel, de propriedade de Antonio Verdim. Conseguiu comprar um sitio com o marido, localizado onde atualmente é o Jardim Oliveira Camargo, na frente da escola, onde posteriormente foi uma granja. O casal construiu a primeira casa da Vila Furlan na antiga Rua Itaici, atualmente Rua Padre Bento Pacheco.

Participou das atividades religiosas da Capela de São Pedro desde a sua fundação. Entre os anos de 1958 até 1984 participou como pedestre das romarias de Indaiatuba à Bom Jesus de Pirapora.

A homenageada colaborou com a divulgação do nome  de Indaiatuba quando da participação com a da dupla sertaneja "Valdomiro e Geraldinho", da qual foi mulher de um dos participantes, nos bailes e festas de Indaiatuba e região. 


Mapa de R. Thereza Previtalli Moro - Jardim Res. Maria Dulce, Indaiatuba - SP

R. Thereza Previtalli Moro - Jardim Res. Maria Dulce


Crédito da biografia: texto do Gabinete do vereador Luiz Alberto Pereira - Cebolinha, na ocasião em que apresentou  Projeto de Lei que atribuiu o nome de Thereza Previtalli Moro à até Rua 3 (três) do loteamento "Jardim Residencial Maria Dulce".



quarta-feira, 1 de agosto de 2018

O córrrego que não era

texto de Marcos Kimura
Publicado em 19/03/2009


Quando o prefeito Clain Ferrari lançou o projeto do Parque Ecológico, ele inicialmente foi chamado de saneamento do Fundo do Vale do Corrego Barnabé. Ainda não atuava na imprensa local, mas tenhao quase certeza que foi com esse nome que a verba em Brasília foi obtida na época, no governo Fernando Collor de Mello que, aliás, deu nome ao Parque que surgiu dessa obra (ato imediantamente revertido, já que à altura da inauguração, o político alagoano já havia sido enxotado do Palácio do Planalto).

Pois agora o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae) descobre agora que aquele curso d'água não é o Barnabé, mas um afluente dele. Na verdade, o referido córrego nasce no Bairro Mato Dentro, forma o Lago Boa Vista nas Chácaras Areal e na altura do Colégio Objetivo encontra-se com as águas que vêm dessa parte mais antiga do Parque Ecológico. O superintendente do Saae, Alexandre Peres, que anunciou a descoberta durante coletiva sobre o Dia Mundial da Água, comemorado no próximo domingo, disse que o estabelecimento da nascente de um rio ou córrego é feito pelo seu braço mais longo. Pesquisas feitas pelo Saae em órgão competente apontaram a real nascente do Barnabé e seu verdadeiro leito.

Conversei em seguida com o presidente da Fundação Pró-Memória, Antônio Reginaldo Geiss, e ele me garantiu que, a partir dessa revelação, fica claro que aquele braço que ficou sem nome é o histórico Córrego Votura, que era considerado o nome antigo do Barnabé. Histórico porque se supõe que às margens do Votura nasceu Indaiatuba. E ao contrário do que muitos acham, Votura nunca foi o nome da povoação que deu origem à nossa cidade, mas tão somente do curso 'água ás margens da qual os primeiros habitantes se estabeleceram.

Essa descoberta muda muda os mapas e muito do que sabemos de nossa cidade. Por exemplo, a extensão do Barnabé passa a ser um manancial de 11 quilômetros de extensão, com uma nascente visível e passível de ser protegida. E se o nosso ex-Barnabé for mesmo o Votura, é justo que retome sua denominação original e seu papel na formação da cidade.

Na foto, pode se ver o Parque Ecológico do estacionamento até a rotatória do Objetivo e, em primeiro plano, o Lago Boa Vista pouco antes dos encontro do Barnabé e do córrego que ficou sem nome
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