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domingo, 24 de maio de 2015

Corporação Musical Villa-Lobos com reengenharia de Wladimir Soares e guitarra de Roberto Tempesta

Aconteceu na manhã de hoje (25 de maio de 2015) a apresentação da banda indaiatubana Corporação Musical Villa-Lobos com a presença do jornalista Roberto Tempesta e sua guitarra em uma apresentação que recebeu aclamações entusiasmadas do público presente no CIAEI  na Virada Cultural.

Mas não foi apenas essa inovação - para quem espera apenas o clássico, o erudito - que a Corporação Musical Villa Lobos apresentou. A banda, que foi fundada em 1979 e desde 1994  atua sob regência  de Samuel Nascimento de Lima (1) e desde 2012 sob a assistência de Tiago Morandi Roscani (2), está sob direção artística de Wladimir Soares que está fazendo uma reengenharia na corporação.

E neste clima de modificações, nomeado como "a banda in progress"  a corporação apresentou seu repertório tradicional, só que de uma maneira diferente: através de células separadas. Os músicos puderam, assim, apresentar-se no que Wladimir chamou de "fragmentos", possibilitando ao público uma observação parcial de cada grupo separado de instrumentistas.

Tradicional em Indaiatuba, a banda conta com mais de 40 integrantes entre músicos (3), arquivista, montador e regentes, com repertório tradicional, MPB, música sinfônica e, se depender do público que lá esteve hoje, a partir de agora, rock clássico. 

A mistura entre rock e clássico - dá resultados surpreendentes; na minha play list, entre várias, há duas especialmente fantásticas: Metallica com a Orquestra Sinfônica de San Francisco (San Francisco Symphonic Orchestra)  e Scorpions com a violinista Vanessa Mae em Still Loving You.

A contar pela aceitação do arranjo de Toshiro Sahashi, que harmonizou os músicos da banda e o guitarrista Roberto Tempesta em Deep Purple Medley, penso que criou-se uma espectativa de "quero mais" do genero rock sinfônico. 

E para a banda, que já apresentou Elvis, Queen, Titãs, Paralamas do Sucesso e outros, ouso a sugerir mais pacerias com Tempesta para as próximas apresentações: Canon In D Medley, de Pachelbel, Minueto em G e Cello Suite no.1 Prelude, ambas de Bach, Teh Nutcracker Suite de Tchaikovsky, e todas de Vivaldi, impossível escolher. Todas ficam um arraso com guitarra. Que tal?





Composição da banda:


(1) Samuel Nascimento de Lima: teve seu primeiro contanto com a música aos seis anos, incentivado por seu pai, violinista, que atuava em grupos de Serestas. Estudou piano no Conservatório Maestro Eleazar Carvalho e trombone de vara no Conservatório Maestro Henrique Castellari. A partir de 1987 passou a atuar como trombonista na 2a. Seção da Banda do Corpo Musical da Polícia Militar do Estado de São Paulo. De 1995 à 1999 cursou regência na classe do Maestro Roberto Farias na Universidade Livre de Música. Em outubro de 1994 assumiu a regência da Corporação Musical Villa-Lobos em Indaiatuba e em 1998 assumiu a direção da Orquestra do Projeto Guri onde atuou até 2009. Atualmente atual também como regente assistente da Banda Sinfônica da Polícia Militar do Estado de São Paulo e como convidado dos seguinte grupos: Coral, Camerata e Seções de Banda. Também é o bandleader da Jazz Band dessa mesma corporação.

(2) Tiago Morando Roscani é formado no curso técnico de piano do Conservatório Jauense de Música, estudou também clarinete e bandolim no Conservatório Dramático e Musical "Dr. Carlos Campos" em Tatuí. É bacharel em regência plena e em regência coral pela UNICAMP. Entre os anos 2010 e 2012 atuou como curador de eventos de música erudita dentro da Unicamp, como bolsista. Em 2014 integrou o grupo "Fábrica de Óperas" na UNESP em São Paulo. Atualmente é regente assistente da Corporação Musical Villa -Lobos em Indaiatuba, regente do Coral Nossa Senhora Aparecida  de Campinas, clarinetista da Orquestra Filarmônica de Valinhos, integrante do Coro Contemporâneo de Campinas e presta serviços ao Theatro São Pedro, em São Paulo, na área de legenda de óperas.

(3) Músicos:

FLAUTAS
Fabrícia Oliveira (piccolo)
Maria Alice Massoca
Carolina Monteiro
Paulo Ribeiro
Edmilson dos Santos
Priscila de Morais
Vinícius Lima

OBOÉ
Victor Perroni

CLARINETES
Fábio Oliveira
Argemiro Siqueira
Laís Marina Franscischinelli
Rute Santana
Késia Damaceno
Oséas bento
Paulo Barbosa
José Tabajara
Geisa Machado
Wilton Santos (clarone)

SAXOFONES
Tadeu Bisacchi (alto)
Natã Lopes (alto)
João Victor Gomide (alto)
José Paulino (alto)
Filipe Silva Lima (tenor)
Alef Pacheco (tenor)
Luis Henrique Pupo (barítono)

ARQUIVO E MONTAGEM
Gabriel Marcelino
Augusto Nascimento

TROMPAS
Bruno Cutolo
Priscila Silva

TROMBONES
João Verderi Júnior
Marcelo Vieira
Claudinei Nascimento

EUFONIO
Lourival Castro

TUBAS
Pablo Nunes Cabral
João Guilherme Valente

CONTRABAIXOS
William Machado
Venâncio dos Santos Neto (convidado)

PERCUSSÃO
Israel Castro
Márcio dos Santos
Rodolpho Simmel
Jonatas de Santana
Nicolas Botelho.


HISTÓRIA
A "banda" sempre esteve presente na história de nossa cidade e é citada carinhosamente pelos cronistas, memorialistas e historiadores em seus textos. Leia sobre a influência da (s) "banda (s)" na História de Indaiatuba:

A Indaiatuba de 1907 e outros.

Influenciou também o grande artista plástico José Paulo Ifanger:


óleo sobre tela do artista indaiatubano José Paulo Ifanger (in memorian)
disponível em: http://ifanger.blogspot.com.br/

" A Banda de Coreto" é tema dessa obra em óleo sobre tela do artista plástico José Paulo Ifanger, que faleceu em outubro de 2010. 
Ele fez a obra após estudar sobre a Semana de Arte Moderna, quando abandonou o academicismo e adotou o modernismo. Essa foi uma de suas primeiras obras sob influência modernista. Autodidata, desde pequeno teve habilidades em desenhar, tanto é que as professoras levavam para casa seus desenhos. Desconfiou então que tinha algum talento. Aos 14 anos pintou o retrato de Leonardo da Vinci. Seguiu pintando retratos e aperfeiçoava sua técnica consultando coleções dos grandes mestres. Quando leu sobre a “Semana de Arte de 22” sua mente se libertou e passou a usar linhas retas e temas modernos. Fez sua primeira exposição em 1978 por insistência do professor da Universidade de Tóquio, Toshiasu Maqui. Nesse mesmo ano o artista uruguaio Carlos Paez Vilaró levou um quadro seu para Washington, no OEA, Museu de Arte Moderna da América Latina; o quadro foi bem recebido e hoje representa as aquisições do Brasil, ao lado de grandes nomes como Tomie Otake, Manabu Mabe e Candido Portinari. Ainda em 1978 fez outra exposição em Punta Del Leste, Uruguay, no ateliê de Vilaró, onde exibiu 14 telas. Possui quadros em vários países como Japão, Suiça, Argentina, Venezuela, entre outros. Foi publicitário durante 20 anos, mas em 1997 fechou a agência e passou a ter a pintura como estímulo de vida até quando faleceu.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Aberta as inscrições para a segunda oficina do Projeto Escolas do Patrimônio - Geoprocessamento

A Fundação Pró-Memória e a Unicamp já estão recebendo as inscrições para a segunda oficina gratuita do projeto Escolas do Patrimônio. 

Os interessados podem acessar o site www.promemoria.indaiatuba.sp.gov.br, pelo telefone (19) 3875-8383 e presencialmente, no Casarão Pau Preto, localizado na rua Pedro Gonçalves, 477, Jd. Pau Preto. 

O Projeto, que teve início em Indaiatuba no segundo semestre de 2014, agora terá os temas direcionados para a área de Educação. O tema da próxima atividade é Fundamentos de Geoprocessamento para a paisagem cultural e natural: conceitos, técnicas e aplicações.
A primeira oficina aconteceu no último dia 15, no Casarão Pau Preto, das 8h às 17h e tratou sobre o leitura e uso de documentos manuscritos na sala de aula. “Trouxemos um professor especialista de Ouro Preto, Minas Gerais, o doutorando Tércio Voltani Veloso” (veja fotos abaixo) comenta o superintendente Gustavo Nóbrega de Jesus. Ele acrescenta que os horários e dias especiais serão definidos de acordo com a procura do público.







Professor doutorando Tercio Voltani Veloso na primeira oficina realizada em 2015 
com parceria da Diretoria de Ensino de Capivari.

Crédito das imagens: Rodrigo Felix Pereira

Fundamentos de Geoprocessamento para a paisagem cultural e natural: conceitos, técnicas e aplicações
Responsável
Prof. Dr. André Luiz dos Santos Furtado
Profa. Msc. Maria Isabel Figueiredo Pereira de Oliveira Martins
(EMBRAPA Monitoramento por Satélite, Campinas)
Ementa
Os sistemas de informação geográfica são técnicas que possibilitam a integração e o processamento de variadas fontes de dados cartográficos em ambiente digital. Esta oficina tem como objetivo apresentar os principais conceitos que norteiam os fundamentos e aplicações dessas técnicas que proporcionam subsídios para o entendimento das dinâmicas presentes no espaço geográfico. Para o alcance do objetivo exposto será apresentada a contextualização dos sistemas de informação geográfica, na qual se dará ênfase em temas que perpassam desde a evolução histórica das técnicas e aplicações, até as aplicações existentes no período atual que condizem com o objetivo do curso.
Temas principais da oficina: Histórico de desenvolvimento das geotecnologias; Estrutura de dados: Modelo vetorial e matricial; Introdução ao sensoriamento remoto; Interface de softwares; Aplicações e produtos gerados com dados vetoriais e matriciais;
Atividade Prática
Aquisição e manuseio dos dados; Georreferenciamento e vetorização manual de imagem; campo no entorno do Casarão Pau Preto.
Períodos
Sábados, 13 e 20 de Junho de 2015
9h às 12h e 14h às 17h
Total 12 horas/aula

Bola de Meia



Os companheiros de tempos, que longe vão
A pequena e velha rua, lamacenta e empoeirada
Aquele primeiro gol, alegria do coração.

Bola de meia, molecada, pelada,
Gritaria, entusiasmo, GOOL!!!
Uma briguinha, logo apartada,
Jogo bruto, reclamação.

Bola na mão, mão na bola, discussão.
Jogo reiniciado, um elemento se machuca,
É o dedão que bateu no chão,
Pelos torcedores, tem inicio a gozação,
Um gol é marcado, fica mais acirrado,
vitória de um lado, logo fica empatado,
não se entendem, está gozado.

O sol sumiu,  a noite caiu,
Mamãe chamou, papai zangado gritou,
O jogo acabou,
e a bola de meia
DESCANSOU.





Indaiatuba HOJE

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Uma história que comoveu Indaiatuba em 1907 e foi desvendada por motivo que a razão não explica!

Museu Ferroviário de Indaiatuba

Museu do Casarão Pau-Preto

Pelo reconhecimento das diferenças que existem entre nós. Só assim teremos oportunidades iguais!

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Datas alusivas despertam a consciência pois estimulam a reflexão. Não faça uso da borracha preconceituosa que tenta apagar as diferenças. Pelo contrário! Reconheça as diferenças e valorize cada diversidade.

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