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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Epidemias e Pandemias

1974. 

Eu estudava no Randolfo, na quarta série. Tinha três professoras: a D. Suzanna Ayres, D. Cinira e D. Inês de Barros Furlan, que me desculpem as outras, mas esta última minha preferida. E foi justamente ela, que explicava tão bem (esse é o principal parâmetro que eu tinha - e permaneci com ele até hoje - para avaliar uma boa educadora) que chegou na classe e disse, sem dar chances para perguntas:

- Depois de amanhã todo mundo vai tomar vacina aqui na escola.

A gurizada entrou em pandemônio.

_ Vacina? Na escola? De injeção? Com agulha? Por que? Por quê?

Choveu "por ques" de tudo quanto foi tipo, acompanhados ou não de choros contidos e - é claro - de cinismo dos mais masoquistas (tenho certeza que na minha classe tinha criança desse tipo). Fiquei aterrorizada.

Não pela vacina. Nego isso até hoje, afinal, nunca haveria de demonstrar na frente de ninguém que eu tinha medo de injeção.

O que me apavorou foi o silêncio dela. Silêncio que eu só entenderia muitos anos depois, quando já estava cursando História, e estudávamos a "Revolta da Vacina" que ocorreu no Rio de Janeiro e nossa discussão enveredou para o surto de meningite meningocócica que tivemos no estado de São Paulo naqueles idos anos em que o povão - totalmente desinformado sobre a epidemia - esperava ansiosamente a mesma performance que a Seleção Canarinho havia tido em 1970.

Dona Inês não respondeu porque simplesmente não tinha as informações corretas para serem repassadas. E naquele momento, o pânico misturado com a algazarra neurótica da criançada só passou quando o sinal tocou e todos saíram em desabalada correria para merendar as delícias da Dona Odete e Dona Candelarinha.

Mas chegando em casa, meu pesadelo - e acho que de todos - voltou. Desta vez era o silêncio da minha mãe, que dizia que alguém tinha falado para ela que a vacina era para prevenir a meningite, que eu sempre tomava vacina quietinha quando era bebê (soube então que minha habilidade em dissimular já era antiga) e que era para eu ir na fila e tomar a vacina quietinha. E pronto, acabou.

E foi assim que aconteceu. Umas pessoas sinistras chegaram na escola, uma fila imensa foi feita no pátio e a gurizada foi sendo vacinada com um "revolvinho" abastecido sei lá como, todos com a mesma agulha (é uma agulha, aquilo?). Se trocaram em algum momento, ninguém viu. Ui!

Uma feridinha apareceu no braço e as impressões, dores, empurra-empurra na fila e outros assuntos correlatos perduraram durante uns... três dias. Depois o silêncio voltou, o fato foi esquecido e o que voltou a importar era o mesmo assunto de sempre: o que teria na merenda?

É... A desinformação é o maior fator de propagação de doenças. E na época, no auge do regime militar, a epidemia foi tratada tal qual inimigo político preso em um porão: as informações ficaram presas, torturadas... e sucumbiram. A imprensa foi proibida de divulgar o que realmente estava acontecendo, e o povão desconhecia quais eram os sintomas, os sinais, quando ir ou não para o hospital, quais eram as medidas preventivas e - claro - qual era a dimensão da epidemia. Qualquer médico, jornalista da área da saúde ou pessoa um pouco mais antenada sabe que o primeiro caminho para conter uma doença bacteriana ou viral é procurar o foco inicial para dar início à um plano de contingência. E não dá para fazer nenhuma contenção sem informação. A mídia seria um excelente remédio de prevenção!

Mas não... os fardados, aqueles nefastos, ficaram calados e fizeram calar. Afinal, não poderiam expor que havia um inimigo ameaçando o "país de Alice" que eles insistiam em propagar. E a meningite, que é uma doença com altas probabilidades de cura, ceifou muitas vidas, que foram à óbito pela desinformação, uma vez que não tiveram chance de chegar no momento adequado às mãos dos médicos. Nessa situação bizarra, até muita gente das equipes de saúde também sucumbiu.

Foram pessoas levadas para a sepultura para não macular a imagem do país. Que nojo.

Digno também de registro, principalmente para análise e reflexão para nortear políticas de saúde pública foi o episódio conhecido como a "Revolta da Vacina". O médico sanitarista Oswaldo Cruz, aplicando medida óbvias - para nós, que estamos há um século do ocorrido - entre outras ações, obrigou a população do Rio de Janeiro a tomar vacina contra varíola. A população, ameaçada pela doença, mas sofrendo mesmo de ignorância, se rebelou.

"Tiros, gritaria, engarrafamento de trânsito, comércio fechado, transporte público assaltado e queimado, lampiões quebrados à pedradas, destruição de fachadas dos edifícios públicos e privados, árvores derrubadas: o povo do Rio de Janeiro se revolta contra o projeto de vacinação obrigatório proposto pelo sanitarista Oswaldo Cruz"
(Gazeta de Notícias, 14 de novembro de 1904).


(Revista da Semana sobre a Revolta da Vacina - outubro de 1904)


Depois teve a AIDS. Alguém aí se lembra que um doido de um médico do vizinho município de Salto apareceu no Fantástico apresentando uma progressão aritmética sobre o contágio da doença? Foi na década de 1980. Gente... se ele estivesse certo esse planeta estaria salvo da destruição da camada de ozônio, pois nós, os causadores de tal arrombo, estaríamos todos mortos e nem todos enterrados. Não sobraria ninguém.

Em seguida, a Gripe Suína. Ainda bem que sou vegetariana! (Brincadeirinha de mal gosto, essa...). E a mesma mídia que pode ter uma seríssima função de prevenir, pode piorar a situação, principalmente pelo sensacionalismo, pânico e insistência em divulgar dados, que na minha opinião, são precoces demais para servirem de referência. Vejamos: quando divulgada a primeira taxa de mortalidade o universo de análise foi o seguinte: tinha 100 pessoas que haviam sido contagiadas no México. Dessas, 6 foram morar no céu. Pronto. Bastou para a imprensa imediatista espalhar no mundo inteiro que a taxa de mortandade era de de 6%.

Ah! Tenham dó! Ninguém estudou estatística básica não? O que representam 100 pessoas num universo de "X" nas áreas de risco? Isso não ouvi ninguém falar, ninguém analisou.


Com tantas experiências já vividas pela humanidade com questões relacionadas à epidemias e pandemias, é hora de olharmos para uma ciência que se chama História, que não é, como pensam muitos, apenas uma sucessão de datas a serem decoradas, e aprender com ela. Ver nossos erros e acertos e tomar ações sérias, sem sensacionalismo, sem pânico baseado em análises insustentáveis e principalmente, focar apenas em fontes de dados oficiais e na imprensa limpa, aquela que presta serviço digno de reconhecimento, aquela que aplica remédios para a prevenção.

Pois agora, em 2015, século 21, com toda a tecnologia que temos, eis que uma nova epidemia está nos ameaçando novamente. Só que agora é diferente. A informação flui com a rapidez de um clique em um teclado, cientistas do mundo todo compartilham informações confiáveis instantaneamente. E também informações erradas são compartilhadas.

 Um mesmo mosquito (o mesmo da febre amarela que Oswlado Cruz tentou erradicar) ganhou eficácia: o aedes aegypti,  é vetor de doenças como a dengue, chikungunya e a terrível zika vírus. 

Especificamente o zika parece ser a mais terrível delas, (principalmente porque até agora é parcialmente desconhecida em vários aspectos), mas o mais terrível são as notícias sem fundamento que se propagam: que a doença veio disso ou daquilo, que causa isso ou aquilo e que ela até não existe nas proporções indicadas, e está servindo para desviar a atenção do povo da corrupção [SIC!].

Até que tudo seja estudado, analisado, testado, debatido, divulgado, em vez de espalhar informações erradas, cabe a todos fazer uma importante tarefa: acabar com o vetor do aedes aegypti, eliminando todos os focos de água parada (até uma tampinha de refri). 

Você está fazendo sua parte eliminando criadouros, participando de mutirões, executando ações educativas sérias ou está nas redes sociais espalhando bobagens?

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Jardim Morada do Sol comemora 36 anos com Exposição de sua História no Casarão

O vereador Hélio Ribeiro acompanhado pela diretora do Museu Municipal de Indaiatuba – órgão ligado à Fundação Pró-Memória -- Denise Yonamine divulgou na tarde de hoje (24/02/2016) as atividades comemorativas aos 36 anos do Jardim Morada do Sol.

A data do aniversário do bairro é comemorada com base na Lei nº 5.644/2009,  de sua autoria e nesta ano o aniversário será marcado por diversas atividades culturais e esportivas.




ANIVERSÁRIO

O Jardim Morada do Sol completa no próximo dia 19, 36 anos de existência.

O bairro nasceu em 19 de março de 1980 e concentra atualmente 40% da população de Indaiatuba.

O aniversário será marcado por uma série de atividades, comandadas pelo vereador Hélio Alves Ribeiro, morador do bairro há mais de 30 anos.

“Acompanhando o crescimento do bairro percebi que havia a necessidade de marcarmos a data por atividades esportivas, informativas e que reunissem a população em torno desse bairro, mola propulsora do nosso Município”, afirma Hélio Ribeiro.


CRESCIMENTO

 O Jardim Morada do Sol tem hoje, aproximadamente, 70 mil moradores.

São cerca de 20 mil residências, extensa área comercial, instituições bancárias, escolas, Unidades de Saúde, creches, agências lotéricas; entre outros segmentos. O bairro também é referência em atendimento à saúde, com a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA), além das Unidade Básicas de Saúde, postos do Programa de Saúde da Família (PSF), Departamento de Reabilitação Física e Mental (Derefim), Centro de Referência de Assistência Social (Cras), Central de Ambulância e Farmácia Popular, essas duas últimas, recém-inauguradas pelo prefeito Reinaldo Nogueira.

MEMÓRIA

Além de comandar as atividades que comemoram o aniversário do bairro, o vereador Hélio Ribeiro iniciou nos últimos anos um trabalho de resgate da memória do Jardim Morada do Sol.

Hélio criou uma página na rede social Facebook, em que qualquer pessoa pode enviar fotos e histórias sobre o bairro.

“O objetivo é fazer com que todos contribuam, principalmente aqueles que moram e ajudaram no crescimento do bairro. Podem ser fotos, relatos, histórias sobre pessoas, comércios, espaços públicos, arquitetura”.

Para contribuir, basta acessar esta página.

Durante a coletiva, a diretora do Museu Municipal, solicitou a participação da população no resgate da memória de Indaiatuba.

“Desde dezembro do ano passado, estamos com uma campanha na Fundação Pró-Memória para que as pessoas entreguem documentos e objetos que nos ajudem a resgatar a História de Indaiatuba; a população pode nos ajudar a manter essa história viva”, comentou Denise durante a coletiva à imprensa.

O exemplo do material arrecadado por Hélio Ribeiro, dos primeiros moradores do Jardim Morada do Sol, através da página do Facebook ou através de sua assessoria, na pessoa de Victor Hugo, vêm de encontro ao que a Diretora do Museu Municipal de Indaiatuba do Casarão Pau Preto  comentou. Trata-se de um esforço de garimpar a história de pessoas que fizeram a história do bairro, garimpar fotos, depoimentos, relatos de vida, acontecimentos do cotidiano que, juntos, compõe a formação não só do bairro, mas da História de Indaiatuba.

O material doado pelos colaboradores residentes no Jardim Morada do Sol já estão no Arquivo Público da Fundação Pró-Memória de Indaiatuba, e lá ficarão por, 30, 50, 100 anos, para sempre... contando como a antiga Fazenda Engenho d´Água, uma vez loteada, transformou-se no maior bairro de Indaiatuba.

Parte do material doado foi organizado pela equipe do Museu Municipal, sob a direção de Denise Yanomine e estará em uma Exposição fotográfica itinerante denominada “História do Jardim Morada do Sol” cuja abertura será no  dia 17/03 e início a partir do dia 18/03.


DEMAIS EVENTOS

Dia 6 de março – (Domingo)
8h às 18h – Início do Torneio de Futebol de Areia
Local: Parque Corolla
Dia 13 de março (Domingo)
9h às 18h - Torneio de Futebol de Areia
Local: Praça da Rua 29
Dia 18 de março (Sexta-feira)
19h30 – Homenagem aos antigos moradores do Jardim Morada do Sol
Local: Câmara Municipal
Dia 19 de março
A partir das 16h – Evento Gospel
Local: Floresta Parque (área de lazer entre o Jd. Morado do Sol e Jd Paulista)
Cantores: Banda Coral e Luz, Banda Hebron, cantora Nicole, Banda Catedral, cantora Lucivânia, cantora Ester Reis, cantora Camila, André Vieira e Banda, cantora Luzia, cantor Claudemir e pregador/cantor Valter.
Dia 20 de março (Domingo)
13h às 18h – Festa para as crianças – Final do torneio de futebol de Areia
Local: Floresta Parque

ACENBI inicia oficialmente projeto que impulsiona beisebol em Indaiatuba


ORGANIZAÇÕES DE CAPITAL PRIVADO REFORÇAM PROJETOS DE ESPORTE DA COMUNIDADE JAPONESA LOCAL

Projeto “Criando Atletas de Beisebol e Softbol” tem como objetivo a formação de atletas para competição e foi viabilizado pela Lei Paulista de Incentivo ao Esporte




Diretoria da ACENBI e apoiadores do projeto prestigiaram o início das ações: formação de atletas para competição
Crédito: ACENBI/Tao Conteúdo



Cláudio Asano, diretor de Softbol da ACENBI; Lúcia Longatti e Flávia Toniati, da Mann+Hummel; e Massao Kanesaki, vereador e Relações Públicas da ACENBI: primeira parceria com empresas locais
Crédito: ACENBI/Tao Conteúdo



 Parte da equipe da categoria T-Bol com a diretoria da ACENBI e apoiadores do projeto: benefício para o esporte em todo o município
Crédito: ACENBI/Tao Conteúdo


João Yamate, presidente da ACENBI: parceria vai ampliar a prática do esporte
Crédito: ACENBI/Tao Conteúdo


Haruo Uyeno, diretor de Beisebol e Softbol da ACENBI: maior segurança
Crédito: ACENBI/Tao Conteúdo


A Associação Cultural, Esportiva Nipo-Brasileira de Indaiatuba (ACENBI) iniciou oficialmente, no último sábado (20 de fevereiro), as ações do Projeto “Criando Atletas de Beisebol e Softbol”.

Trata-se de uma iniciativa para a formação de atletas para competição, administrada com recursos obtidos por meio da Lei Paulista de Incentivo ao Esporte.

A iniciativa conta com a Cobreq, a Mann+Hummel e a Spartan do Brasil como patrocinadoras. Essas empresas vão destinar parte do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) devido para o projeto, até um total de cerca de R$ 125 mil.

Esses recursos serão utilizados para compra de material esportivo (bolas, luvas, tacos e outros equipamentos) e à administração de recursos humanos.

Essa é a primeira vez que a ACENBI faz parceria com empresas locais, por meio de lei de incentivo, para o desenvolvimento de suas atividades.

De acordo com o presidente da ACENBI, João Yamate, essa parceria vai permitir ampliar as condições de desenvolvimento e prática do esporte. “O nosso trabalho de formação de atletas sempre foi feito por voluntários e agora ganhamos o apoio de parceiros”, explica.

Para o diretor do Departamento de Beisebol e Softbol, Haruo Uyeno, o apoio das empresas parceiras representa uma segurança maior para a continuidade de um esporte tão tradicional na cidade. “Isso vai ajudar a preparar melhor nossos atletas para a disputa de campeonatos regionais, nacionais e até internacionais”.

Segundo o vereador Massao Kanesaki, um dos idealizadores da iniciativa, o Projeto “Criando Atletas de Beisebol e Softbol” vai beneficiar as duas modalidades esportivas em todo o município. “Já temos a base da prática esportiva e começamos a receber recursos financeiros de empresas da cidade”.

Até 18 anos

O Projeto “Criando Atletas de Beisebol e Softbol” vai beneficiar atletas de ambos os sexos, de dez categorias, com idades a partir de cinco anos até 18 anos.
Além dos atletas da ACENBI, fazem parte do projeto os alunos oriundos do BASE (Beisebol em Apoio ao Sistema de Ensino), que proporciona a prática dos dois esportes em escolas de ensino fundamental de Indaiatuba. Atualmente, a ACENBI oferece duas bolsas em cada categoria a atletas do BASE.

Divulgando Indaiatuba

Um dos principais motivos que levou o empresário David James Drake, diretor presidente da Spartan do Brasil, a apoiar o projeto de formação de atletas de competição da ACENBI foi sua paixão pelo esporte. David jogava beisebol durante sua juventude, nos Estados Unidos, e agora acompanha seu filho há quatro anos na ACENBI.

O empresário diz que está seguro em associar o nome de sua empresa a um projeto que vai ajudar a comunidade indaiatubana. “O esporte vai divulgar o nome da cidade em outras regiões e também fora do Pais”, destaca.

Segundo a diretora de Recursos Humanos da Mann+Hummel, Lúcia Helena Longatti, a empresa decidiu investir na diversidade cultural ao apoiar o projeto da ACENBI. “Acreditamos que cada cultura tem muitos valores para nos ensinar”, diz ela. “A empresa tem interesse em participar de vivências da comunidade e conhecer os costumes das famílias”.

História da ACENBI

A ACENBI foi fundada em 1947 por imigrantes e descendentes de japoneses com o principal objetivo de transmitir seus costumes e tradições a seus descendentes e à população de Indaiatuba. Entre estes está a prática do beisebol e do softbol.

O esporte representa, junto com a Escola de Língua Japonesa, um dos instrumentos de preservação e divulgação mais importantes da cultura japonesa desde os primórdios da história da ACENBI.

Hoje, a ACENBI mantém cerca de 100 praticantes de beisebol e softbol, entre crianças, adolescentes, adultos e veteranos. Participa de seletivas para a Seleção Brasileira em várias categorias e está filiada a CBBS (Confederação Brasileira de Beisebol e Softbol), à FPBS (Federação Paulista de Beisebol e Softbol) e à Liga Centro Oeste de Beisebol e Softbol.

Nos últimos anos, a ACENBI vem se destacando sucessivamente com o desempenho de seus atletas. Só em 2015, foram convocados 15 jogadores de diversas categorias para defender a a Seleção Brasileira em competições internacionais.


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

22 anos da Fundação Pró-Memória de Indaiatuba

No próximo dia 26 de fevereiro (sexta-feira) a Fundação Pró-Memória de Indaiatuba comemorará seus 22 anos com evento gratuito no Casarão Pau Preto, à partir das 19:00.

No evento:

  • serão informados os cursos ofertados pelo projeto Escola do Patrimônio em 2016, resultante da parceria entre Fundação e Departamento de História da Unicamp;
  • será lançado o Guia dos Fundos Públicos do Arquivo Municipal e;
  • haverá uma palestra com o pesquisador Fernando Pascuotte Siviero a respeito de novos olhares a respeito da história do Casarão, da Fazenda Pau Preto e a História de Indaiatuba. 





Apresentações em multimídia estão entre as atrações do Museu da Água

As obras do Museu da Água seguem em ritmo acelerado. 
Até o final de fevereiro a obra será finalizada e os equipamentos poderão ser instalados. Projetores, telas sensíveis ao toque e sonorização ambiente irão apresentar conteúdo interativo, que proporcionarão ao visitante a sensação de imersão no conteúdo pedagógico, e em alguns momentos a sensação de estar dentro da água.
 

As instalações contam ainda com uma antiga construção que foi restaurada, ligada por uma passarela panorâmica ao prédio principal, e irá abrigar a história do SAAE. 
Na parte externa há uma trilha, que foi pavimentada, assim como as duas bicas que foram restauradas. “É importante trazer a população para conhecer, o que é necessário para levar água tratada até sua torneira. Pois só com esse nível de comprometimento, haverá o respeito necessário e o consumo consciente deste recurso precioso”, afirma o superintendente do SAAE, engenheiro Nilson Gaspar.
O Museu está sendo construído na área da Represa do Cupini, que é a primeira captação de água do município, e abastece a cidade desde 1937 e serviu de cenário para o Programa de Educação Ambiental “Na Trilha das Águas”, uma parceria entre o SAAE e a Secretaria Municipal de Educação que levou, desde 2009, ano do início do projeto, cerca de 12 mil alunos dos 3º anos das escolas da rede municipal de ensino.
A obra estimada em 4 milhões, está sendo executada com recursos próprios da autarquia, com previsão de entrega para março de 2016.

Crédito das imagens: Divulgação - SAAE - 16/02/2016.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Museu Ferroviário de Indaiatuba apresenta o balanço de 2015

A Prefeitura de Indaiatuba, por meio da FIEC (Fundação Indaiatubana de Educação e Cultura), incentiva a cultura oferecendo a visitação gratuita ao Museu Ferroviário, considerado um dos mais importantes pontos históricos de Indaiatuba. Administrado pela FIEC, o Museu recebeu em 2015, aproximadamente 5.000 visitantes, sendo 699 visitantes de Indaiatuba, 566 visitantes de outras cidades do Estado de São Paulo e 110 visitantes de 18 Estados do Brasil. 
O Museu também entrou no circuito turístico de 23 pessoas, vindos da Alemanha, Argentina, Austrália, Bélgica, Holanda, Iraque, Itália, Japão, Luxemburgo, México, Peru e Portugal. 
Porém, o maior número de visitas, refere-se às escolas do município e da região, que somados aos professores, inspetores e diretores resultaram no expressivo número de 2.668. Com os registros de faculdades, entidades, associações, entre outros, o Museu Ferroviário de Indaiatuba recebeu 4.935 visitas.
Além de abrigar em perfeitas condições de funcionamento a locomotiva a vapor, fabricada em 1874, que pertenceu ao Imperador D. Pedro II, a FIEC conseguiu adquirir mais 21 peças neste último ano para o seu acervo, todas devidamente registradas e catalogadas. São 472 objetos referentes a história da ferrovia.
No cotidiano da cidade, o espaço é usufruído pela população durante todo o ano, com aulas gratuitas de pintura em tela, tecido e artesanato, que fazem parte do programa FIEC e a Comunidade. 
Anualmente é realizado a tradicional festa de São João na Estação com o intuito de resgatar tradições fazendo parte do calendário cultural da cidade.
Visitas de segunda à sexta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 18h.
Sábado e domingo das 9h às 13h. Entrada gratuita.
As Visitas em grupos devem ser agendadas com antecedência.
Fone: (19) 3816.4917

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Vale das Laranjeiras

Conhecido pela qualidade de vida, o residencial possui paisagem exuberante

Texto originalmente publicado na REVISTA EXEMPLO IMÓVEIS

Agradecimentos: Sr. Aluísio Williampresidente do Grupo AWR

Larissa Ferreirajornalista. 

As imagens e o texto deste post possuem créditos. Cite-os se utilizar para sua pesquisa.



Quem vai para o Vale das Laranjeiras começa a respirar natureza logo na entrada. As ruas e alamedas largas, ladeadas por árvores, são um convite ao lazer e prática de esportes. 

O loteamento surgiu no início da década de 1970, época em que o Vale era um extenso laranjal. As primeiras casas ficavam bem distantes umas das outras, sendo que algumas eram as únicas da rua. Era um território a ser desbravado, e um verdadeiro refúgio para quem buscava a tranquilidade e a beleza de um recanto junto à natureza. 


O imigrante português Cândido Azevedo Alves, proprietário da imobiliária que leva o seu nome, percebeu o potencial do Vale logo que chegou em Indaiatuba, em 1972. Ao adquirir os lotes, investiu na divulgação e rapidamente conseguiu compradores. "No início do empreendimento, meu pai chegava a trazer de São Paulo até dois compradores por dia", afirma Cândido de Matos Alves, o Candinho, filho de Azevedo e morador do Vale. 









Panfleto de 1974


Boa parcela dos moradores da primeira fase do residencial ainda pode ser encontrada, porém, nos últimos anos o perfil de quem vive no Vale mudou bastante. "No início, as pessoas vinham para passar o fim de semana; poucos moravam aqui", conta Maria da Conceição Silva, a ‘Conchita’,  moradora do Vale há 13 anos. 

Com o passar do tempo, muitos foram atraídos pelas características do local, visto como um oásis, distante do barulho e agitação da cidade grande. "Assim que coloquei os pés aqui, me apaixonei pelos flamboyants", relembra dona ‘Conchita’. "Hoje eles não existem mais - cederam lugar às vias asfaltadas", complementa.




                                                                                                                                                              








Interação e conquistas sociais


Com a chegada de novos moradores, desenvolveu-se naturalmente a integração entre os vizinhos e percebeu-se a necessidade de melhorias de interesse coletivo. Assim, em 1980, foi criada a Associação dos Amigos do Vale das Laranjeiras, tornando-se então um loteamento fechado. 

Para Candinho, "a criação da Associação trouxe mais conforto e segurança aos moradores; através dela conseguimos iluminação pública, vigilância, asfalto e como consequência houve significativa valorização dos imóveis".


A Associação não possibilitou apenas facilidades para os residentes do local, vizinhos tornaram-se amigos, que passaram a organizar frequentes festas e reuniões sociais.


"Na década de 1980, época de minha infância, costumávamos organizar a festa junina, e cada proprietário levava um prato.


Havia uma união muito bacana entre as pessoas, nos divertíamos muito", relata Candinho. Hoje em dia as festas no salão social do Vale são raras. 


Dona Conchita explica que as residências são projetadas para possuírem tudo o que as pessoas necessitam, e ninguém precisa mais sair de casa para atividades de lazer, fortalecendo o conceito de ‘ficar em casa’.



Em 2010, com novo estatuto, a denominação passou a ser Associação dos Moradores do Vale das Laranjeiras. Neste período, o residencial passou a ter um administrador, cargo ocupado por Vitorino Vargas. Com essas mudanças, o Vale ganhou o aspecto de condomínio fechado, embora não seja. 

             A partir de então, o ‘Seu Vargas’, como é conhecido de todos, coordenou todas as atividades do Vale, sendo o responsável pela administração geral e gestão dos contratos de serviços. "Trabalho com profissionais sérios e competentes, o que possibilita a boa realização das tarefas", afirma Vargas.   




Na gestão de Harold Bouillon, morador do Vale desde 2004, houve diversas melhorias, sendo a principal delas a construção do muro em torno do loteamento. 

Verde que te quero ver


Com uma área total de aproximadamente cem alqueires, o Vale possui três lagos circundados por vegetação variada, como a grama esmeralda e a planta maranta, espécie muito utilizada para a forração, pois apresenta uma combinação de cores variadas, entre os verdes claro e escuro, o branco e o prateado. 

O jardim e sua ampla variedade de espécies é um dos principais motivos de orgulho dos que lá habitam. A manutenção da área verde, que compreende roçagem, limpeza e cuidados com as plantas, fica a cargo da empresa contratada pelo condomínio.

Mini Cerrado                                                             


Em um cantinho do Vale das Laranjeiras, na Praça Cantanhede, está a vegetação do bioma do Cerrado, chamada de savana brasileira. O Cerrado é o segundo maior bioma da América do Sul, ficando atrás apenas do amazônico, e ocupa hoje 25% do território nacional, o que corresponde a 240 milhões de hectares. 



O Vale por seus moradores


Uma das iniciativas da Associação para aproximar os moradores do residencial foi a criação do jornal interno Frutos do Vale, publicação mensal interna com informações sobre realizações da administração, atividades organizadas por moradores, dicas de lazer, jardinagem, entre outros. 

O jornal publicou, na seção Vale em Trovas os versos abaixo, de composição de  Sonia Lodi, mãe da moradora Aline Ferle, que se deixou conquistar pelos encantos do local. 

O Vale das Laranjeiras


É bom despertar cedinho
com o canto da passarada.
Saímos do nosso "ninho"
já com a alma lavada.

Nas manhãs ensolaradas
ou à tarde, a qualquer hora,
crianças despreocupadas
brincam pelo Vale afora.

Enquanto o dia transcorre
há festa na natureza.
Tudo no Vale concorre
para exaltar a beleza.

Há aves em revoada
enchendo de som os ares.
Há flores, frutas douradas
alegrando nossos lares.

À tarde, à beira dos lagos,
depois dos nossos labores,
temos da brisa os afagos
e o aroma das flores.

É de sentir-se enlevado
contemplar das pederneiras
o pôr do sol alaranjado
no Vale das Laranjeiras.

Esse momento sagrado
predispõe-nos para a prece.
E sob o céu estrelado
o Vale todo adormece.

                   


sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Site do IPHAN convoca pessoal da "CULTURA" para a guerra contra o mosquito

O site do IPHAN- Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (visite, está muito bem feito) convoca todos os que estão relacionados a "cultura" para participar de forma mais ativa na luta contra o mosquito que transmite a zika, dengue, chikungunya e outras doenças.


quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

CECAP ou Vila Brigadeiro Faria Lima

 Cecap: o segundo 'centro' da cidade


Texto originalmente publicado na REVISTA EXEMPLO IMÓVEIS
Agradecimentos: Sr. Aluísio Williampresidente do Grupo AWR
Larissa Ferreirajornalista.
Texto de Alana Martins
 As imagens e o texto deste post possuem créditos. 
Cite-os se utilizar para sua pesquisa.



Se algum desavisado chegar à Indaiatuba e perguntar pelo conjunto habitacional Vila Brigadeiro Faria Lima, muito provavelmente receberá em resposta testas franzidas e comentários como “rapaz, não sei onde fica esse lugar, não”.

Fundado no dia 16/08/1977, através do Decreto 1.709, o bairro ficou mais conhecido pelo nome do Programa que o criou: CECAP (Companhia Estadual de Casas Populares). A sigla explica de imediato a vocação inicial do lugar, que era ser um empreendimento residencial e suprir uma carência de habitações no município.

Hoje não se fazem mais Cecap´s, visto que essa função foi transferida para o CDHU. Mas, segundo o dito popular, assim como o hábito não faz o monge, os indaiatubanos não se importaram muito com isso e ninguém quer saber de 'Vila Brigadeiro'; todos estão familiarizados com o CECAP.

O Núcleo foi nomeado em homenagem ao carioca José Vicente de Faria Lima, brigadeiro do exército, falecido em 1969, que, segundo o documento de denominação do bairro, “se notabilizou na Administração Pública paulista”. O nome corrobora o momento de ditadura militar vivido pelo país em sua inauguração, que aconteceu na gestão do prefeito Clain Ferrari.

Depois desse, foram lançados mais dois Cecaps, com o último núcleo tendo sua concorrência vencida em 1982. Dentre suas características, o bairro contava com ruas pequenas e estreitas que permanecem ainda hoje.

Desenvolvimento

Se atualmente todos estão tão familiarizados com o CECAP, isso se deve em grande parte ao fato de a região ter se tornado uma das mais movimentadas da cidade. 

Hoje é um bairro que conta com todas as conveniências para atender às necessidades da população como a proximidade com o Hospital Augusto de Oliveira Camargo (HAOC), escolas de grande porte, opções de entretenimento, docerias,  sorveterias, lojas de roupa e uma ampla variedade de estabelecimentos comerciais. 





Para coroar o sucesso, há um ano foi inaugurado em suas proximidades o Polo Shopping, o maior da cidade, com opções de alimentação, compras e entretenimento. Mais um motivo para a região atrair visitantes de todos os cantos, até aqueles que, anos atrás, torciam o nariz para o CECAP. 

Em números, a Secretaria Municipal de Panejamento e Urbanismo informou que no momento existem 1.360 residências, 115 espaços comerciais, 29 prestadores de serviços e três estabelecimentos educacionais.




O grande porte da região, com toda infraestrutura e desenvolvimento, inevitavelmente criaram alguns problemas, como o aumento do tráfego. Às 18h, horário de pico, a Avenida Francisco de Paula Leite, principal acesso ao bairro, fica movimentada, com períodos de lentidão próximos aos semáforos, retornos e rotatórias.

Ares franceses...

Atenta ao constante e exponencial desenvolvimento, a Prefeitura de Indaiatuba tem realizado uma série de investimentos, como a nova iluminação, instalação de câmeras de segurança e a construção, na rua Geraldo Hackman, do famoso Boulevard da CECAP, uma instalação que, em francês, representa 'um tipo de via de trânsito, geralmente projetada com uma preocupação paisagística'. 

O Boulevard conta com quatro módulos, cada um com um ponto de ônibus, banheiro e quiosques de alimentação à disposição da população. O local também terá ponto de táxi, bicicletários, bancos, chafariz e um paisagismo diferenciado.



Tércio de Almeida, diretor de um tradicional perfumaria da cidade, comenta que decidiu abrir uma segunda unidade da loja justamente por causa das promessas trazidas com o Boulevard. “Quando ficamos sabendo dessa novidade, decidimos montar a filial no CECAP, pois acredito que Indaiatuba tem três grandes centros: o Centro em si, o Jardim Morada do Sol e o CECAP Se a Prefeitura conseguir manter a qualidade que havia antes das obras, ele deve crescer exponencialmente, já que o local possui um comércio bem estabelecido e um vasto mercado consumidor”, examina.

O corretor Marcos Antônio da Silva, da JRF Consultoria e Imobiliária, concorda que o bairro tem chamado cada vez mais atenção. “Faz muito tempo que não se tem muitas opções de casas no CECAP. Algum tempo atrás apareceu uma casa popular, mas foi uma das únicas. Sem falar que os preços da região subiram muito”, comenta. “Eu me lembro que, há uns seis anos, negociamos um espaço comercial a R$ 85 mil e, hoje, esse mesmo imóvel custa cerca de R$ 350 mil”.

As informações da Secretaria Municipal de Planejamento Urbano e Engenharia confirmam a posição de Marcos sobre o crescimento da região, e acusam apenas 13 terrenos vazios no bairro.

Histórias

O casal Antônio Alves, de 65 anos, e Maria das Graças Alves, de 64, também sente o rápido desenvolvimento do bairro. Moradores do CECAP há mais de 30 anos, Antônio conta que quando se mudou, não havia nada. “Existiam algumas casas, mas o restante era só mato, não tinha essa avenida enorme, muito menos todas essas lojas”, recorda.

Maria explica que o casal se mudou para Indaiatuba no final da década de 1970, vindos do Paraná em busca de melhores condições de trabalho. “Primeiro veio meu marido para procurar um lugar para nos instalarmos. Dali uns dez dias eu vim com meus filhos e me inscrevi para conseguir uma casa aqui no CECAP. Todo mundo dizia que nós não conseguiríamos, porque éramos de outro estado e a preferência seria pessoas daqui”, lembra. “Apesar de todos os comentários negativos, conseguimos nossa casa e, desde então, estamos aqui. Lógico que fizemos várias reformas, melhoramos muito, mas sempre nesse mesmo lugar”.

O aposentado ainda relembra que o bairro recebeu muitos conterrâneos. “Todo dia chegavam aqui na cidade três ou quatro kombis cheias de gente e, muitas dessas pessoas, vieram para cá. Minha família deixou tudo no Paraná, trouxemos apenas algumas roupas e quando anoitecia, forrávamos o chão com elas para podermos dormir. Tudo o que temos hoje, conquistamos aqui”.

Seu Antônio conta que no início o bairro sofria com a presença de grupos que dificultavam a vida dos moradores. “Era uma espécie de gangue e, muitas vezes, se um casalzinho saía a noite, tinha que vir o pai ou a mãe para buscar, não dava para deixar voltarem sozinhos. Mas hoje isso já não existe, temos uma boa segurança no bairro”, garante.

A participação dele no bairro não se deu apenas como morador. O paranaense, que trabalhou como auxiliar de almoxarifado na então COBREQ, ajudou a construir uma das escolas da região. Já Maria, ao falar do passado, se recorda com saudade dos amigos que fez no CECAP. “Isso é uma família. Tem muitos homens feitos aqui, que eu levava para a escola pequenininho com meus filhos e hoje já pego os filhos deles no colo, é muito gratificante”. 

Sobre o vasto desenvolvimento, Antônio pondera. “Eu gosto daqui, mas se resolver vender a casa, sei que posso conseguir uma boa quantia, até suficiente para comprar um imóvel no Centro. Tudo aqui se valorizou muito, aliás, a Maria mesmo às vezes reclama que o custo de vida da cidade está um pouco alto”. A esposa concorda, mas tece elogios aos novos tempos. “Hoje em dia tem tudo aqui por perto, quando nos mudamos, só tinha uma padaria e outras poucas coisas, ainda tinha um rio nas redondezas, e nós tínhamos que passar pela água muitas vezes. Mas hoje, aqui tem bancos, tem lojas, supermercados, é próximo ao hospital. Sem falar que com a construção do Boulevard, o CECAP deve ficar ainda mais bonito. Hoje quase não precisamos mais ir ao Centro, temos tudo aqui ao lado”, conclui. 


 Seu Antônio e Dona Maria: quase 50 anos de união e mais de 30 de CECAP

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