segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Nosso patrimônio indelével - o bueirão do Bicudo

A anormal quantidade de chuva que caiu nos últimos meses - também em nossa cidade - destruiu muita coisa, sendo que os buracos no asfalto em várias ruas e avenidas de muitos bairros incomoda muito os moradores e  (ainda) são foco de seguidas reclamações e críticas.

Nos arredores do Parque Ecológico essa destruição foi grande e caracterizou-se não só por essas citadas crateras, mas com quedas de galhos e até árvores, sujeira e outras desordens.

Mas...

Nesse mesmo citado Parque Ecológico.... EI-LO!

Um patrimônio edificado bem no meio do Córrego do Barnabé, antigamente chamado de "Bueirão do Bicudo", mais conhecido como "buerão" (leia post sobre ele aqui).




Ele recebeu toda a a água pluvial que velozmente desceu, dias e dias, pelas ruas da cidade em direção à esse córrego, que já se chamou Votura.

Puxa vida... toda a água que arrastou asfalto, que derrubou árvores e galhos, que invadiu casas e comércios... simplesmente TODA  água chicoteou-o sem dó.

E a pergunta não cala:

Por que é que ele continua lá, indelével, incólume, tal qual titã, majestoso e indestrutível no meio do caos?

Por que não caiu?

Não ruiu?

Você arriscaria uma resposta? Apontaria um ou mais motivos que justificassem a resistência do nosso patrimônio?










Imagem do "Buerão" em 1948
 Na foto: José Vaz, Tabajara Carvalho, Valdomiro Souza, Felício Pires (Toninho da Banca).
Crédito: José Carlos Carvalho via Indaiá Dinossauros



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Imagem do "Buerão" em 1948
Crédito: José Carlos Carvalho via Indaiá Dinossauros

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Imagem do "Buerão" em 07/03/1948 - BEBÉ / TABAJARA / IZO
Crédito: José Carlos Carvalho via Indaiá Dinossauros


A imagem pode conter: 4 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas sentadas e atividades ao ar livre

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