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sábado, 13 de novembro de 2010

Na ausência do IDEAL, o REAL é imprescindível



Não posso fazer este post com outro título, pois o que quero registrar e destacar aqui, é exatamente isso que acima anuncio: que na ausência de condições IDEAIS de trabalho, temos que utilizar o que é possivel, ou melhor, o que é REAL para que muitos projetos se concretizem no nosso dia-a-dia.

Caso contrário, passamos a vida sonhando em ter o MELHOR, idealizando um resultado ou um meio IDEAL, e quando ele não vêm, quando não tempos aqueles recursos todos que são necessários para um trabalho "perfeito", a vida passa... e o que realizamos? NADA ou quase NADA. Olhamos para trás e temos aquela sensação de "_Puxa... apenas isso eu realizei a minha vida toda?"  E o vazio que se pode estabelecer com certeza trás consigo uma imensa tristeza, quando não um arrependimento deprimente e revoltante.

Não estou - de forma alguma - elogiando a gambiarra, o improviso ou o amadorismo, nem tão pouco a falta ou ausência de Qualidade uma vez que, além de ser historiadora e amante incorrigivel de nossa querida Indaiatuba, sou uma especialista justamente nisso: na Qualidade.

Pois é justamente a Qualidade "possível" que quero aqui divulgar e também elogiar. A Qualidade do "compromisso", a Qualidade da "atitude" e por que não dizer? A Qualidade da "inovação".

Trata-se especificamente da cartilha que hoje recebi intitulada "Bicudinho - História e Atividades"


A cartilha é bem modesta: são 16 páginas de sulfite simples, com imagens preto-e-branco, contando um pouco da história do Casarão em formato de história em quadrinhos.

É um recurso didático idealizado por duas funcionárias públicas da Prefeitura Municipal de Indaiatuba, que trabalham na Fundação Pró-Memória de Indaiatuba, mas especificamente no Museu do Casarão: Cláudia Kreidloro, a cooordenadora do projeto, e Priscila Toledo, a autora do texto. Participou também Márcio Eda, que foi estagiar no Casarão e desenhou os personagens, dando vida "animada" a história escrita por Priscila.

A cartilha foi elaborada, é impressa no escritório das funcionárias citadas e depois de conferida, é montada e grampeada por Patrícia, que não por acaso é da família do pessoal da Tribuna de Indaiá, ou seja, parece que já tem esse negócio de produzir encartes na veia. Sorte nossa.

Perguntei para Patrícia se todas as crianças que visitam o Casarão recebem a cartilhinha. Ela disse que não, que é distribuída apenas para algumas pessoas e para os professores, com a esperança que esses a reproduzam para outras pessoas, e que assim se forme uma "corrente do bem".

Na ausência de um livro sobre o Casarão, que possa ser impresso no melhor papel, com as melhores ilustrações, com a distribuição na melhor gráfica e outros "mais" e "melhores" temos a cartilhinha  que Priscila escreveu e que Márcio ilustrou. O IDEAL seria que tudo o que fosse de melhor estivesse à disposição de uma publicação sobre nosso Casarão e que pudesse ser distribuído para todas as crianças visitantes.

Mas não é isso que a vida REAL possibilita e essas pessoas fizeram, então, tudo o que cada um de nós deveríamos ter ou fazer na execução cotidiana de nossas funções:  compromisso, atitude e inovação.

E quem ganha é o nosso Casarão, que na medida em que é mais conhecido, é mais respeitado!

Um comentário:

  1. GOSTEI MUITO BOM !!!!!!!!!!!!
    PARABÉNS PELO BLOG !!!!!!!

    BLOG DO PARIZIO
    http://minhasartesrubensparizio.blogspot.com/

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