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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Terra Querida e Venturosa (2)


Foi lançado ontem, 6 de dezembro, no Cine Topázio, o documentário "Terra Querida e Venturosa" de Alessandro Barros, da C2 Produtora, feito com apoio da Prefeitura Municipal de Indaiatuba sob gestão de Reinaldo Nogueira e da Fundação Pró-Memória de Indaiatuba, sob gestão do presidente Antonio Reginaldo Geiss.

A obra, que é o resultado de uma pesquisa feita pelo produtor Alessandro principalmente com fontes orais, conta a história do Hino de Indaiatuba (originalmente grafado por Nabor Pires Camargo como Hino Indaiatubano) e dos três principais homens que viabilizaram essa belíssima música:

O Major Alfredo Camargo da Fonseca, então prefeito, que encomendou o hino para comemorar o centenário de Indaiatuba à elevação de Freguesia de Itu;

Nabor Pires Camargo, que compôs a melodia e;

Acrísio de Camargo que compôs o poema (letra).


O documentário foi produzido com tal maestria pelo Alessandro, que não precisou de narrador. São aproximadamente 60 minutos em que a história é perfeitamente contada com as falas dos colaboradores que foram entrevistados: os historiadores  Marcelo Alves Cerdan, Adriana Carvalho Koyama e eu, Eliana Belo Silva  foram editados de modo a assumirem os papéis de "narradores" e diversos outros importantes participantes deram sustentanção à narração, "ilustrando"-a com lembranças e referências. Participaram, entre outros: Padre Xico, Antonio Reginaldo Geiss, Reinaldo Nogueira, Rita Transferetti, familiares de Acrísio de Camargo.

Os atores que representaram Nabor e Acrísio foram excelentes e o Major foi impagável: per-fe-i-to (pelo menos para a ideia que eu faço dele). A interpretação do músico Derico dispensa comentários, aliás, eu não tenho competência para descrever sua interpretação - além de usar a palavra "arrepiante". Antonio da Cunha Penna cantou "Luar de Indaiatuba", música também do maestro Nabor, que eu considero nosso "segundo" hino.  Pena que cantou só um pedacinho... deu vontade de "quero mais". Sofia Belo Sanchez, de 2 anos e meio também cantou estrofes do hino. O filósofo e poeta Cláudio Guilherme Alves Salla interpretou
o poema de Acrisio magnificamente, estofe por estrofe, conseguindo - que façanha! dar ainda mais beleza e significado à obra.

Participaram também vários músicos de nossa cidade, na apresentação final do hino que ficou belíssima, lembrou-me o arranjo em que Michael Jackson and friends cantam "We Are the Word". Lindo, lindo, lindo. Emocionei-me e fiquei orgulhosa ao ver tantos artistas talentosíssimos de Indaiatuba participando com seus vozeirões de arrasar.


Atores, profissionais técnicos, patrocinadores e o imenso público que lotou o Cine Topázio novamente cedido grata e gentilmente  pela Família Lui abrilhantarem a noite que marcará para sempre o lançamento de mais esse meio de divulgar a História de nossa querida Indaiatuba, que está todinha aí... para ser desvendada, divulgada e admirada como aconteceu ontem, onde todos os presentes se emocionaram com esse belíssimo e privilegiado Hino de nossa cidade.


O DVD do documentário (veja a capa abaixo) está à venda por R$ 15,00.
(Perdoem-me os que eu não citei, os jornalistas têm razão: é difícil fazer referências.)






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2 comentários:

  1. Oi, Eliana... Por compromissos anteriormente assumidos, não consegui ir na exibição do vídeo no Shopping.
    Como estamos orando toda quarta feira (entre outras prioridadades ) pela cidade, suas autoridades e os problemas sociais envolvidos, achamos por bem assistirmos juntos o vídeo do documentário. Fiquei muito impressionada.
    O trabalho ficou de excelente qualidade. E vc ficou uma simpatia; a Sofia, uma gracinha. Junto com o resgate histório, vcs conseguiram passar uma alegria, uma paixão com a história, que prende bastante a atenção (e até nos deixa saudosos).
    Eu me lembro que quando criança, meu pai nos levava para ver todas as casas onde ele e minha mãe moraram (desde a primeira pensão dos Laranjeira; aliás vou ver se consigo uma foto dela, pq assim como as demais casas, já não mais existem... deram lugar a novos empreendimentos...) ... Enfim, essa é uma outra "história"...
    De qualquer forma, toda a equipe está de parabens. Sem sombra de dúvida, é um legado muito importante à população indaiatuba.
    Sucesso.
    Bjos.
    Nilza

    ResponderExcluir
  2. Muito bacana, Eliana!

    Bem comovido fiquei de participar de algo tão indaiatubano quanto este.

    Alessandro Barros, bem massa,bem massa...

    Aliás "adeus", curta dele sobre suicícido, tá na final do Festival de Paulínia... bem massa.

    ResponderExcluir

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